saia da minha frente, deixe-me passar que troco o dê pelo tê e não sinto necessidade fria e branda de ficar. não, não sinto não. suas histórias são fios brancos e suspiros ríspidos que não me cabem ouvir. vamos, passe logo que eu também quero passar. quero ouvir o vento do qual me falou euá. lá em são paulo o ar corre solto, mas não livre e eu preciso passar logo, logo. é pra lá, do lado de cá, que você quer me levar e eu ainda me encontro alá porque esperar não é ficar. vou-me logo, deixe-me passar. deixe-me. vamos. agora. para lá.

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